sexta-feira, 31 de maio de 2013
RAPadura (Amor Popular)
ÁLBUM: FitaEmbolada do Engenho
ANO: 2010
DIRETOR e DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA: Vras77
PRODUÇÃO EXECUTIVA: Paula Azeviche & Renan Inquérito
ASSISTENTE DE PRODUÇÃO: Simone Rebouças
FIGURINISTA RAPadura: Luciana Pires & Cássio Caiazzo
FOTOGRAFIA MAKING OF: Simone Rebouças & Renan Inquérito
POESIA: ZÉ BEZERRA ( O AGUIA DE PRATA) REALIZAÇÃO: Xique Chico Produções | Vras77
Este vídeo também integra o projeto CADA CANTO UM RAP, CADA RAP UM CANTO, documentário que demonstra como se dão as regionalidades brasileiras
através do Rap e por meio das diferentes características que este tipo de música assume em cada região do país.
terça-feira, 28 de maio de 2013
segunda-feira, 27 de maio de 2013
Emicida - Crisântemo (Video clipe oficial)
Fortaleça a música independente:http://migre.me/eGTTR
Soundclound: https://soundcloud.com/emicidacachoei...
Baixe Crisântemo:http://pagsocial.com/d/6FA.aspx
Adquira os produtos do Emicida: loja.laboratoriofantasma.com
Acompanhe o Emicida: www.facebook.com/EmicidaOficial
twitter.com/Emicida
www.emicida.com
Música: Crisântemo
Letra: Emicida
Produção: Felipe Vassão
Coprodução: Emicida
Mixagem: Maurício Cersósimo
Masterização: Tony Dawsey (Masterdisk - NYC)
Participações especiais:Dona Jacira (Mãe Emicida) e Luizinho 7 Cordas
Direção Video Clipe: Fred Ouro Preto
Letra:
Crisântemo
Emicida/dona Jacira
Ele bebeu, bebeu
tipo vencedor
e depois riu, riu
como Bira do Jô
Cumprimentô
todo mundo à la vereador
E subiu o morro estilo viatura
Ele nos deu, nos deu
Toda a fé de um pastor
Depois sumiu, sumiu
Deixando só a dor
Ignorou o aviso
Devagar com o andor
E flertou por sobre a vida dura
Trafegou aéreo, dançou sério, pala
Serpente rasteja, credo, pobre mestre sala
Cigarro no bolso, barro, Für Elise embala
No solo onde impera, qualquer bonde é vala
Toma outro drink, se é o que lhe resta
Toma outro drink, a vida é uma festa
Viaja Amyr Klink, faz eterna sua sesta vai
Nem deu tempo pra dizer, bye bye
A vida é só um detalhe (4X)
É tudo, é nada, é um jogo que mata
É uma cilada
A vida é só um detalhe (2X)
Padeceu, desceu
Como na seca, flor
E nóiz seguiu, seguiu
Juntando o que restou
Uns retrato, disco
Foi morar de favor
Bem quando vi que o mundo é sem
Calma
Aconteceu, teceu
Como Deus desenhou
No que surtiu, surgiu
Um peito sofredor
Era rato, bicho, mofo, fedor
Mais saudade, que é sentir fome com a
alma
E na ceia migalhas, no júri mil gralhas
não jure, quem jura mente, pra sempre, fé falha
vida, morte, números, de neguinho
aqui é cada um com a sua coroa de espinhos
qual a sua droga? Tv, erva?
Qual a sua droga? Solidão, cerva?
Onde você se esconde? Onde se eleva ein?
O que é seu, em terra de ninguém?
Refrão
A vida é só um detalhe (4X)
É tudo, é nada, é um jogo que mata
É uma cilada
A vida é só um detalhe (2X)
Era dia de Cosme
Madrugada
Chovia lá fora
De repente alguém chama
Jacira, sou eu, Luiz
Pressenti
Miguel morreu
O que mais poderia ser?
Além do mais, meu coração já estava apertado
Prevendo desgraça
Na festa do terreiro, a certa hora
O Erê subiu
E quem desceu foi seu Sultão da Mata
Me chamou disse
Pegue os meninos
Vá pra casa
Disse "Prepare o coração e seja forte, vá"
Levantei, abri a porta e a desgraça se confirmou
Uma briga, o tombo
O Seu Zé do Doce socorreu
Seu Zé é a representação do Estado no Jardim Fontális
Talvez ainda até hoje
Notícia pra dar, vaquinha pra enterrar
Domingo
Justo eu, que me criei sem pai
Perder o pai já é uma tragédia
Perdê-lo na infância é sentir saudade
Não do que viveu, mas do que poderia ter vivido
O enterro, a volta
O olhar do menino marejando, pensando longe
Sem entender
E o meu coração apertado, sem conseguir explicar
O tempo foi encaixando tudo
Os pertences dele sempre no mesmo lugar
O velho chinelo abandonado respondem
Ele não vai voltar
Os dias são escuros mesmo com sol quente
O silêncio de Miguelzinho cala
Cada vez mais fundo no peito da gente
Quando o pai morre, a gente perde a mãe também
Eu já sabia o que era isso
Como pode alguém morrer no mesmo dia que nasceu
Uma produção Laboratório Fantasma
©Todos os direitos reservados a Laboratório Fantasma Produções
contato para show: contato@emicida.com
Imprensa: imprensa@emicida.com
A rua é Noiz
Soundclound: https://soundcloud.com/emicidacachoei...
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Música: Crisântemo
Letra: Emicida
Produção: Felipe Vassão
Coprodução: Emicida
Mixagem: Maurício Cersósimo
Masterização: Tony Dawsey (Masterdisk - NYC)
Participações especiais:Dona Jacira (Mãe Emicida) e Luizinho 7 Cordas
Direção Video Clipe: Fred Ouro Preto
Letra:
Crisântemo
Emicida/dona Jacira
Ele bebeu, bebeu
tipo vencedor
e depois riu, riu
como Bira do Jô
Cumprimentô
todo mundo à la vereador
E subiu o morro estilo viatura
Ele nos deu, nos deu
Toda a fé de um pastor
Depois sumiu, sumiu
Deixando só a dor
Ignorou o aviso
Devagar com o andor
E flertou por sobre a vida dura
Trafegou aéreo, dançou sério, pala
Serpente rasteja, credo, pobre mestre sala
Cigarro no bolso, barro, Für Elise embala
No solo onde impera, qualquer bonde é vala
Toma outro drink, se é o que lhe resta
Toma outro drink, a vida é uma festa
Viaja Amyr Klink, faz eterna sua sesta vai
Nem deu tempo pra dizer, bye bye
A vida é só um detalhe (4X)
É tudo, é nada, é um jogo que mata
É uma cilada
A vida é só um detalhe (2X)
Padeceu, desceu
Como na seca, flor
E nóiz seguiu, seguiu
Juntando o que restou
Uns retrato, disco
Foi morar de favor
Bem quando vi que o mundo é sem
Calma
Aconteceu, teceu
Como Deus desenhou
No que surtiu, surgiu
Um peito sofredor
Era rato, bicho, mofo, fedor
Mais saudade, que é sentir fome com a
alma
E na ceia migalhas, no júri mil gralhas
não jure, quem jura mente, pra sempre, fé falha
vida, morte, números, de neguinho
aqui é cada um com a sua coroa de espinhos
qual a sua droga? Tv, erva?
Qual a sua droga? Solidão, cerva?
Onde você se esconde? Onde se eleva ein?
O que é seu, em terra de ninguém?
Refrão
A vida é só um detalhe (4X)
É tudo, é nada, é um jogo que mata
É uma cilada
A vida é só um detalhe (2X)
Era dia de Cosme
Madrugada
Chovia lá fora
De repente alguém chama
Jacira, sou eu, Luiz
Pressenti
Miguel morreu
O que mais poderia ser?
Além do mais, meu coração já estava apertado
Prevendo desgraça
Na festa do terreiro, a certa hora
O Erê subiu
E quem desceu foi seu Sultão da Mata
Me chamou disse
Pegue os meninos
Vá pra casa
Disse "Prepare o coração e seja forte, vá"
Levantei, abri a porta e a desgraça se confirmou
Uma briga, o tombo
O Seu Zé do Doce socorreu
Seu Zé é a representação do Estado no Jardim Fontális
Talvez ainda até hoje
Notícia pra dar, vaquinha pra enterrar
Domingo
Justo eu, que me criei sem pai
Perder o pai já é uma tragédia
Perdê-lo na infância é sentir saudade
Não do que viveu, mas do que poderia ter vivido
O enterro, a volta
O olhar do menino marejando, pensando longe
Sem entender
E o meu coração apertado, sem conseguir explicar
O tempo foi encaixando tudo
Os pertences dele sempre no mesmo lugar
O velho chinelo abandonado respondem
Ele não vai voltar
Os dias são escuros mesmo com sol quente
O silêncio de Miguelzinho cala
Cada vez mais fundo no peito da gente
Quando o pai morre, a gente perde a mãe também
Eu já sabia o que era isso
Como pode alguém morrer no mesmo dia que nasceu
Uma produção Laboratório Fantasma
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A rua é Noiz
sexta-feira, 24 de maio de 2013
(Sessão Beatmaker) Causo Beats Session - Episodio 01: Kbelo Beats - Figures Can't Calculate
Primeiro episodio do Causo Beats Session, apresentando o trabalho dos integrantes do grupo. Vídeo produzido pela Gole de Flow, onde mostra o beatmaker Kbelo produzindo um instrumental.
Acompanhe:
https://www.facebook.com/GoleDeFlow
https://www.facebook.com/CausoBeatsRS
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Gole de Flow Produções ® 2013.
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